Autonomia, rotina e participação
Terapia Ocupacional para crianças e adolescentes
A Terapia Ocupacional olha para o que a criança faz no dia: brincar, se vestir, escovar os dentes, escrever, participar de um passeio. O objetivo é ampliar essa participação com o apoio necessário.

Quando esta área pode participar do cuidado
- A criança depende muito do adulto em atividades esperadas para a idade.
- Há respostas intensas a sons, texturas, luzes ou movimento.
- Existem dificuldades de coordenação, traçado ou uso de utensílios.
- Participar de ambientes coletivos se torna difícil ou desorganizante.
Possíveis objetivos de cuidado
Exemplos do que pode ser trabalhado. Os objetivos reais são definidos individualmente após avaliação.
- Atividades de vida diária e independência
- Coordenação motora e habilidades manuais
- Integração e organização sensorial
- Participação em casa, na escola e em espaços coletivos
Sobre a abordagem ABA nesta área
Quando pertinente aos objetivos da criança, o trabalho é orientado por princípios da análise do comportamento (ABA). ABA não é um diagnóstico, nem sinônimo de toda terapia: é uma das abordagens possíveis, escolhida clinicamente.
Entender melhor a abordagem ABANão trabalhamos com promessas de resultado nem com protocolos idênticos para crianças diferentes. Esta página é informativa e não substitui avaliação presencial.
Como funciona
- 01
Escuta da rotina real da criança e das dificuldades observadas pela família.
- 02
Avaliação do desempenho em atividades cotidianas e do ambiente em que ocorrem.
- 03
Objetivos funcionais construídos com a família, um passo por vez.
- 04
Intervenção lúdica com adaptações e orientações para casa e escola.
Integração com a equipe
A sala de integração sensorial e as orientações de rotina alimentam o trabalho da Psicologia, da Psicomotricidade e da Fonoaudiologia, mantendo coerência entre as áreas.
Dúvidas frequentes
